Faça o que eu quero, e não reclame do que eu faço.

A liberdade de opinião do ponto de vista das esquerdas sul-americanas.

“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” Thomas Jefferson, (1743 – 1826), estadista e ex-presidente dos EUA”

Por Sagran Carvalho.

Amigos,

Desde a redemocratização brasileira ouvimos a militância, os partidos e os políticos esquerdistas bradarem e se orgulharem de sua luta histórica pela defesa dos interesses da sociedade, tendo até pego em armas para combater o regime Militar. Alegam que lutavam pela defesa da democracia…

E com a vitória em 2002, este discurso ganhou força exponencialmente.

Nos países sul-americanos onde chegaram ao poder, em maior ou menor escala o discurso se repetia.

Mas havia um problema que apesar da vitória ainda persistia e teria que ser solucionado:

A imprensa livre, que é um preceito fundamental em qualquer  democracia.

Para eles a democracia deve ser exercida, desde que não haja uma oposição política, ética e crítica. Desta forma o controle da imprensa se tornou imperativo, e as maneiras para se conseguir isto foram postas em marcha.

Na Venezuela, Equador e Bolívia estas ações foram bem sucedidas, com fechamento de jornais, televisões e rádios que se opunham as ações do governo central. Os judiciários  conjuntamente com os Parlamentos, ambos dominados por aliados, deram todo o apoio “legal” necessário à aplicação e aprovação das novas leis restritivas direcionadas à imprensa.

No Brasil, Lula, durante os oito anos de seu mandato tentou em vários momentos enviar ao Congresso novo marco regulatório da imprensa com o mesmo intuito, na tentativa de encobrir os vários escândalos protagonizados durante sua gestão. Porém, devido a repercussão negativa da sociedade, da imprensa e de alguns órgãos internacionais de direito a liberdade de expressão seu intento foi abortado. Nem com uma popularidade beirando os 80% de aprovação foi capaz de dissuadir a opinião pública que era totalmente contrária ao controle censor  dos meios de comunicação.

Agora vemos novamente a tentativa de seu partido com o apoio da sua sucessora na defesa deste tema no Encontro Nacional que terminou no ultimo domingo. Tudo isto após  as graves denúncias de corrupção e governo paralelo que atingiram o núcleo do poder.

Defendem a censura como meio de perpetuação no poder.

Usam argumentos estapafúrdios que não encontram sustentação nem em sua base aliada. Querem impor à sociedade o dever de concordar com seus atos e abafar o direito da discordância.

Cuidado, pois se uma lei destas for aprovada, estaremos muito próximos de nos tornarmos a maior ditadura proletária do mundo, seguindo o exemplo cubano que com  tanto ardor a esquerda defende e tem como exemplo a ser seguido.

Viva, Chaves, Evo, Raul  e Fidel!…estamos no caminho.

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